VASSALOS DE LUXO – Os verdadeiros vilões (parte 3)

Por: Julio Correia Neto | 5 de junho de 2018

Será que alguém já se perguntou o porquê vivemos tanto sobre rígido controle, aprisionados? Leis, câmeras de monitoramento, senhas, regramentos os mais diversos, reconhecimento facial…..

Segundo estudiosos transgressores do status quo o ser humano não foi criado para viver aprisionado (tais quais os demais seres viventes). Portanto, caso a domesticação forçada não tivesse sido implementada o desenho social e político, como conhecemos hoje, nunca teria acontecido (a grosso modo fomos domesticados tal qual aconteceram com nossos cães). Mas tudo isso tem custado um preço muito alto para a humanidade: guerras, conflitos, rebeliões….o forte crescimento do vazio interior, por conta da repressão de nossa energia (nossa iniciativa individual, nossa essência, nossa ‘alma’). Cada vez mais, somos impedidos de manifestar quem somos, o que pensamos. Somos bombardeados por preconceitos, julgamentos, rotulações, ataques a imagem. Tudo isso gera frustrações, amarguras, resentimentos que conduzirá ao nosso adoecimento tanto do corpo físico, quanto do corpo energético.

Uma das melhores técnicas utilizadas pelos exércitos para gerar raiva e ódio nos seus soldados é proibi-los de fazer sexo antes de uma invasão ou combate. Significado disso? Repressão da energia sexual. Guardem a palavra: REPRESSÃO. Com este singelo exemplo, podemos compreender o estrago que tem sido feito as pessoas acorrentando-as em padrões morais, sociais, culturais, econômicos, religiosos e políticos, ao longo dos tempos. Resumidamente: repressão de nossas energias, de nossa ‘alma’. As consequências: adoecimento do corpo físico e mental, além de estar poluindo a energia emanada por nós para o ambiente. Praticamente grande parte da humanidade padece desse mal. Imaginem então o resultado? Consequências acumuladas por séculos em nossas células e inconsciente, passando geração para a geração.

A cada ano que passa, mais sofisticadas se tornam as técnicas de controle e hipnose coletiva. Com o crescimento populacional exagerado, ao longo do último século, pulando de 2 bilhões de habitantes para mais de 7 bilhões, as pressões sociais cresceram exponencialmente. Mais pessoas disputando o mesmo espaço, o mesmo recurso disponível. Natural que a repressão enclausurada começasse a mostrar sinais de rompimento, colocando em risco todo o mecanismo de ordenamento de convívio social em vigor (nações, países, ideologias, religiões, culturas, blocos econômicos e políticos, modelos educacionais e de saúde). Mais e mais pessoas começaram a questionar toda essa forma de existência, constituindo pesquisas paralelas as divulgadas pelos estudiosos acadêmicos tradicionais. Logicamente, são perseguidas, ameaçadas, caçadas de todas as formas com o objetivo de calá-las.

Duas ferramentas cruéis são usadas de forma muito eficiente: o sentimento de medo e de culpa. O tempo todo se alimenta o risco da perda (pela violência, pelos caos financeiro, representado pela morte que atormenta a todos), a carência (de alimento, de emprego, de dinheiro) aliado ao sentimento de culpa (se eu fizer algo fora dos rígidos ditames impostos serei isolado do restante da sociedade, se morrer irei para o inferno).

Portanto, todo aquele que segue esta luta ‘com a faca nos dentes’, defendendo estes ditames, é responsável pela sua própria desgraça e, consequentemente, da desgraça de milhares de outros seres (do reino animal, vegetal e mineral).

Como disse na parte 1 e 2, os homo sapiens são repletos de carências que geram uma necessidade esquizofrênica por auto-afirmação e demonstração de poder. Podemos dar alguns exemplos: castelos medievais repletos de opulência e luxo (espalhados pela Europa); as mansões hollywoodianas da atualidade; os hotéis de luxo (Dubai), alguns folheados a ouro. Esta carência que impulsiona a ganância exagerada por muito dinheiro, muita fama, muita riqueza material, muito status, muito poder que beneficia em grande parte aos condutores globais dessa temerosa agenda globalista.

Com esse breve relato gostaria de concluir, algo que será explorado mais adiante: a grande maioria de nós se tornou um mero ser mental e muito pouco ou quase nada um ser energético, que flui. Nossas ‘antenas’ foram desconectadas do universo. Temos um mero decodificador viciado que nos conduz por caminhos pré-determinados, totalmente desalinhados de nossa real herança genética. Tornaram-nos o que popularmente é denominado de zumbi.

 

Nota: o que pode nos afetar negativamente, ao longo da jornada (alguns exemplos genéricos)

  • Traumas emocionais (acidentes, morte, perdas diversas, condições de pobreza extrema, violência, fome)
  • Processos de Bullying (os mais diversos pré-conceitos)
  • Maus tratos infantis (repressão)
  • Doenças graves e/ou raras
  • Trabalhos insalubres
  • Exploração humana pela escravidão
  • Tolhimento de iniciativas individuais (repressão)

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